Nota de esclarecimento dos trabalhadores e usuários do SUS que estavam presentes na plenária final da 6º Conferencia Municipal de Saúde de Cabedelo

20150714_100046[1] 20150714_093828[1]

Diante dos fatos ocorridos ao fim da Plenária Final da 6º Conferencia Municipal de Saúde de Cabedelo, nós vimos aqui esclarecer que em nenhum momento culpamos a mesa que presidia a plenária final pelo ocorrido, a mesa que tinha como seus integrantes, Janine (representante dos Trabalhadores), Antônio (Representante dos Usuários), Luciano (Representante dos Gestores), Elaine (Secretaria Executiva do Conselho) e Milaneide (apoio Técnico da Conferencia) teve seu trabalho conduzido de forma correta, todos aqueles que já participaram de conferencias de saúde anteriores, observaram que o processo de eleição das propostas municipais, estaduais e nacionais e das moções foram democráticos, agíeis e sempre levando em conta a MAIORIA VISÍVEL dos votos (que representaria conforme o regulamento os 50% + 1 dos delegados), assim como é feito em todas as conferencias já realizadas. Note-se que não houve QUESTIONAMENTOS de nenhum delegado presente (representantes dos três seguimentos), nem nenhum membro da mesa (representantes dos três seguimentos) até a última votação da moção de louvor a gestão do atual prefeito. Lembrando que as votações nos grupos também foram feitas da mesma forma que a plenária final e sempre que membros dos grupos não se sentiram atendidos ou duvidaram da maioria visível foi feito a contagem dos votos, assim como relatado pelo Trabalhador Alisson, sobre o seu grupo 2 (dos eixos de trabalho e gestão), porem na plenária final nenhum membro da gestão presente na plenária como delegado ou presente na mesa, questionou em nenhum momento a votação por aclamação com a maioria visível de todas as propostas eleitas e das 9 moções de repúdio aprovadas e de 1 moção de louvor aprovada (apresentada por trabalhadores e usuários: Alisson Pasqual (1), Gracita (2), Fabricia da Silva (1), Rossana Lucia (1), Antônio (1), Alexandro batista(1), Janine da silva (1), Mariza Lopes (1), até a última moção de louvor apresentada pela gestão lida pelo jornalista robcarlos da costa,que como observador não poderia propor moçoa, mes que, a colocar em votação não foi aprovado pela maioria da delegados presentes na plenária , a gestão presente, que queria votação por aclamação da moção de louvor, mesmo sendo visivelmente a minoria votante a favor, levando a um grande tumulto ao fim da plenária, mas ficou claro para todos os delegados presentes que esta última votação da moção de louvor à gestão não foi aprovada por maioria simples conforme regulamento. Lembrando que a comissão organizadora não pode se valer do item casos omissos, para colocar como aprovada uma moção que visivelmente não possuía a maioria simples dos votos, devido não ser caso omisso já que o regulamento exigia maioria simples (50% + 1) dos presentes e tendo sido questionado pela maioria dos presente a aprovação por aclamação desta moção apenas com os votos de um minoria, importante também frisar que a comissão organizadora também não tem poder de anular qualquer votação aprovada antes da votação desta última moção, devido não ter sido apresentado durante as votações das propostas e das primeiras moções (antes desta última) nenhum questionamento por nenhum delegado presente, nem contra as propostas , nem contra a conferencia e nem contra as primeiras moções!

A única solução cabível a comissão organizadora, e que esta omissa no regulamento, será utilizar os vídeos gravados na conferência no momento das moções, para apenas confirmar a MINORIA ou MAIORIA da votação da última moção e colocar no relatório final que a moção foi REPROVADA ou APROVADA com a observação e o auxílio dos vídeos gravados na conferência, tendo em vista que esta foi a única votação questionada pela plenária no momento da votação!

20150714_093912[1] 20150714_100024[1]